Petição pela permanência do Gema Belia

Petição pela permanência do Gema Belia

PELA PERMANÊNCIA DO ENSINO FUNDAMENTAL DA ESCOLA GEMA BELIA

Solicitamos ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul rever sua posição quanto ao fechamento do Ensino Fundamental da Escola Gema Belia

                        

 Esta petição foi criada por Luciane Da Silva C.

*Criamos uma petição para tentar impedir o fechamento de uma escola em Porto Alegre* e espero que possam assiná-la.

Ela se chama: *PELA PERMANÊNCIA DO ENSINO FUNDAMENTAL DA ESCOLA GEMA BELIA*.

Eu realmente me preocupo sobre este assunto e* juntos nós podemos fazer algo a respeito disso*
Cada pessoa que assina nos ajuda a chegarmos mais
próximo do nosso objetivo de 500 assinaturas -- será que você pode nos ajudar assinando a petição?

*Clique aqui para ler mais a respeito e assine*:

http://www.avaaz.org/po/petition/PELA_PERMANENCIA_DO_ENSINO_FUNDAMENTAL_DA_ESCOLA_GEMA_BELIA/?launch     

O Ministério Público acolheu nosso pedido e entrou com uma representação contra o Governo do Estado na sexta-feira (29/11/2013).

Esperamos agora que o Juiz defira o pedido da promotora (Mandado de Segurança, com retorno imediato inclusive do 1°   ano que já foi extinto em 2013.

Contando com a tua colaboração, agradeço desde já.

Abraço
Professora Luciane                                                        


A ser entregue para:   
            

Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através de nosso representante maior, Excelentíssimo Governador  Tarso Genro, uma vez que o Secretário de Educação está irredutível.

PELA PERMANÊNCIA DO ENSINO FUNDAMENTAL DA ESCOLA GEMA BELIA


Por que isto é importante
                         
O Instituto Estadual gema Belia está inserido em nossa comunidade há mais de 40 anos, ministrando do ensino Fundamental ao Ensino Médio, atendendo cerca de 1500 alunos. Esta escola sempre serviu, atendendo inclusive a Educação de Jovens e Adultos, sendo que esta é a única escola que atende esta modalidade nas proximidades.

O Governo do Estado do Rio grande do Sul adquiriu recentemente a área na qual está situada a Escola, mas atendendo um antigo sonho da comunidade em ter uma Escola Técnica, a SEC/RS  resolveu extinguir as demais etapas de ensino. Ocorre que a área adquirida é de 35000 m² e a área necessária para a Escola Técnica é de apenas 12000².

Portanto, há espaço suficiente para a permanência do Ensino Fundamental  e há inclusive construções prontas na nova área adquirida

Audiência Pública na Assembléia Legislativa para tratar da Manutenção do Ensino Fundamental no Instituto Estadual Professora Gema Angelina Belia, realizada no dia 22/10/2013
Ata nº 46/2013


Objetivo:
buscar uma forma de conciliar o desejo da comunidade de manter o ensino fundamental com a política de educação estadual


Alguns pontos abordados:

- A luta pela qualificação do ensino na região persiste há 20 anos:

- a área foi adquirida em 2011 para implantação do Ensino Médio Técnico, mas a comunidade entendeu que o Ensino fundamental seria mantido;

- Não há inscrição de novos alunos para o primeiro ano, nem matrículas para o segundo e terceiro ano, afastando irmãos: 

- o acesso à educação fica dificultado pela geografia da região,  sem transporte público, os alunos teríam que caminhar no mínimo 2 Km passando por regiões de conflito;

- parte da área foi doada para uma ONG;

- O Município de POA não tem vagas para atender os alunos da Escola Gema Belia.

" Os governantes desconhecem o mundo real, vivem em um mundo teórico, as manifestações que ocorrem no país são marcadas pela afirmação de que a representação popular dos políticos não é mais reconhecida", Gil Bohn, morador da comunidade.

" Todos falam que educação é prioridade, iclusive a própria presidente da República. A Seduc vem na contramão das necessidades do país, traçando planos burocráticos e sem conhecimento do cotidiano social. A comunidade é quem convive com a realidade". Explanou sobre a quantidade de crianças desaparecidas no Estado e a influência do tráfico na vida dos menores e os serviços públicos deficitários na periferia. Paulo Correa, morador da comunidade




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