O pacote de maldades da Dilma

O pacote de maldades da Dilma

 

Postado por Juremir Machado da Silva em 30 de dezembro de 2014

Agora entendo a razão de o PSDB pedir que Aécio Neves fosse diplomado no lugar de Dilma. Acontece que houve um engano. Aécio é que se elegeu. Basta ver o ministério de Dilma, com o tucano Joaquim Levy à frente. É pouco?

Tem muito mais. O ano de 2014 termina com muitas bondades da turma da cobertura para si mesma: aumentos de salários de deputados federais, estaduais, senadores, ministros, secretários de Estado, por exemplo, no RS, judiciário e, por efeito cascata, prefeitos, vereadores, todos os que mandam, votam ou tem boas relações com os “representantes do povo”. Sem contar as aposentadorias especiais para deputados como no Rio Grande do Sul, trenzinho da alegria para CCs e o auxílio-moradia da magistratura. O judiciário tem orçamento próprio. Paga-se sem vacilar. Professores não tem orçamento próprio. Não recebem o piso determinado por lei. O judiciário faz que não vê.

Bondades para a turma da cobertura, maldades para turma do porão.

Mais privilégios para os camarotes, menos benefícios para a geral.

Dilma, no lugar de Aécio por equívoco, fez o indigesto Mercadante anunciar um pacote de maldades sem precedentes. A plebe terá mais dificuldades para receber seguro-desemprego, pensão por morte e outros “penduricalhos” de pobre. Com uma esquerda assim no poder, a direita já pode dormir tranquila e até desistir de ser oposição.

Não seria o caso, para que os falam em impeachment, de mudar a estratégia e propor ação contra propaganda enganosa? É legal prometer uma coisa e começar a fazer exatamente o oposto já dois antes da posse?

A escumalha votou em Dilma para evitar que Aécio adotasse medidas como essas que a presidente vem anunciando.

Votou em Dilma para não ter Armínio Fraga na Fazenda. Terá um genérico. Um Fragol.

A direita está rindo sozinha. Dilma indica com sua nova maquiagem que Aécio estava certo, cai em contradições bisonhas, atola-se no pragmatismo mais rasteiro e adota as medidas dos sonhos do que até ontem o petismo chamava de neoliberalismo. O que houve? A necessidade de entregar os dedos para permanecer no poder.

Olhem bem para Dilma. Não está a cara do Aécio?

 

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