Na volta às aulas

Na volta às aulas

CINCO ATITUDES PARA ARRASAR NA VOLTA ÀS AULAS!

POR LÚCIA RITZEL*

As aulas começam nestes dias para a maioria dos estudantes gaúchos, o que significa dizer que para muitas famílias é agora que o ano se inicia para valer. Então, que tal começar essa nova jornada letiva adotando no dia a dia uma receita, caseira e barata,
que todos que têm estudantes em casa podem seguir para garantir um boletim nota 10 no final do ano? Os ingredientes dessa fórmula são facilmente encontrados nas escolas que se destacam em indicadores de qualidade e onde os alunos realmente aprendem o que é esperado para garantir uma formação plena. 

A pergunta sobre os motivos pelos quais alguns alunos conseguem melhores resultados do que outros em circunstâncias similares foi o ponto de partida para um levantamento da organização Todos Pela Educação sobre ações de impacto na qualidade do aprendizado. O TPE detectou um conjunto de comportamentos – As Cinco Atitudes pela Educação – que revela como cada um de nós pode realmente ajudar crianças e jovens a aprender cada vez mais e a valorizar o conhecimento como um bem para toda a vida.

Algumas dicas para adotar as atitudes na prática: demonstrar que se respeita e valoriza o trabalho dos professores, estabelecer horários para atividades relacionadas à rotina escolar, conversar sobre o conteúdo visto na escola, não aceitar falta às aulas sem motivo, acreditar no potencial das crianças e jovens e mostrar interesse por suas aptidões.

Hábitos simples, como contar histórias, cantar juntos, incentivar a participação em esportes e atividades culturais na comunidade, também contam muito, porque ampliam o repertório cultural e esportivo que a criança e o jovem contarão para fazerem suas escolhas ao longo da vida.

Todas essas dicas parecem muito simples e coisa que todos os pais fazem, mas, numa rotina em que o tempo útil em casa é cada vez menor, não é difícil acionar o piloto automático. E, nesse caso, não haverá o resultado prometido. Para aplicar a receita, é preciso cultivar vínculo afetivo, frequência, saber reconhecer avanços, dialogar e dar bons exemplos. Vale a pena, né?

*Jornalista, gerente executiva da Fundação Maurício Sirotsky lucia.ritzel@fmss.org.br

 

LÚCIA RITZEL

Zero Hora RS - 19-02-15




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