Currículo para trabalhar questões de gênero

Currículo para trabalhar questões de gênero

ONU Mulheres divulga proposta de currículo para trabalhar questões de gênero nas escolas

 28 de fevereiro de 2016 

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Disponível para uso livre, o material aborda tópicos como violência contra a mulher e igualdade de gênero.

Por , do Blasting News

Profissionais e instituições de ensino que se preocupam com o trabalho das questões de gênero agora têm uma ferramenta importante para usar em seu cotidiano: trata-se do Currículo O Valente não é Violento, apresentado pela ONU Mulheres no último dia 25, como parte da campanha Una-se pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

O currículo é composto por seis planos de aula, cada um abordando um assunto: Sexo, Gênero e Poder; Violências e suas Interfaces; Estereótipos de Gênero e Esportes; Estereótipos de Gênero, Raça/Etnia e Mídias; Estereótipos de Gênero, Carreiras e Profissões: Diferenças e Desigualdades; e Vulnerabilidades e Prevenção.

O professor pode utilizar cada um desses planos de aula atrelado à sua disciplina de atuação ou combinado a projetos específicos, conforme a realidade da instituição em que atua e as necessidades de seus alunos. Trata-se de uma proposta bastante flexível, pensada especialmente para adequar-se a cenários os mais diversos.

A iniciativa tem por base o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, com o entendimento de que só é possível enfrentar e combater o machismo e os estereótipos de gênero mediante a educação de meninos e meninas desde a escola, já que muitos dos comportamentos típicos de violência e preconceito nascem e se desenvolvem desde a infância.
Machismo, preconceito e violência contra a mulher são questões que devem ser combatidas com afinco pela sociedade, porque geram mais violência e prejudicam o desenvolvimento pessoal de homens e mulheres. Muitas iniciativas vêm sendo tomadas, e não há dúvida de que muito ainda precisa ser feito, mas o essencial é começar.

Não se trata de colocar um gênero acima do outro, mas sim de lutar pela igualdade de condições em todas as esferas. Somente dessa forma haverá liberdade para cada um criar, ser e desenvolver-se como ser humano.

Se você é professor ou trabalha com crianças e jovens, não deixe de conhecer essa proposta, que está disponível no site da ONU Mulheres. Esta é uma boa maneira de começar a tratar do assunto.

Leia a matéria completa em: ONU Mulheres divulga proposta de currículo para trabalhar questões de gênero nas escolas - Geledés http://www.geledes.org.br/onu-mulheres-divulga-proposta-de-curriculo-para-trabalhar-questoes-de-genero-nas-escolas/#ixzz41UKsmPz4

Na volta às aulas, a ONU Mulheres divulga currículo e planos de aulas para o ensino fundamental sobre igualdade de gênero e enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas

Iniciativa “O Valente não é Violento”, que atua pelo fim de estereótipos de gênero e comportamentos machistas, produz conteúdo pedagógico livre, para colaborar na formação de estudantes no Brasil. A oferta pública de materiais se integra ao Dia Laranja deste mês, celebrado a cada dia 25 no mundo inteiro, pela campanha do Secretário Geral da ONU “UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres”

Inventário | Currículo |Plano de aula 1 | Plano de aula 2 | Plano de aula 3 | Plano de aula 4 | Plano de aula 5 | Plano de aula 6

Na volta às aulas, a ONU Mulheres divulga currículo e planos de aulas para o ensino fundamental sobre igualdade de gênero e enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas/

Para prevenir a violência decorrente do machismo nas escolas, a iniciativa O Valente não é Violento, integrada à campanha do Secretário-Geral da ONU “UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, traz um Currículo de Gênero para conscientizar meninos e meninas sobre o direito das mulheres de viver uma vida livre de violência. As aulas abordam os seguintes temas: Sexo, gênero e poder; Violências e suas interfaces; Estereótipos de gênero e esportes; Estereótipos de gênero, raça/etnia e mídia; Estereótipos de gênero, carreiras e profissões: diferenças e desigualdades e Vulnerabilidades e Prevenção. O projeto foi financiado pelo União Europeia e revisado pela área de Projetos de Educação da UNESCO.

A campanha da ONU reconhece as instituições de ensino como contextos privilegiados para uma formação integral de meninos e meninas e para o exercício da cidadania, considerando seu papel central na promoção de mudanças sociais.

Para a elaboração do currículo, foram pesquisados marcos legais e políticos que apontam para a necessidade da inclusão de discussões acerca desses temas no espaço escolar e experiências de trabalho capitaneadas pelas políticas públicas e por organizações da sociedade civil. O programa considera as diretrizes do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM 2013-2015), que apontam para a necessidade de promover a inserção de temas voltados para a igualdade de gênero e valorização das diversidades nos currículos, materiais didáticos e paradidáticos da educação básica. O PNPM destaca, ainda entre os seus objetivos, a necessidade de “consolidar na política educacional as perspectivas de gênero, raça, etnia, orientação sexual, geracional, das pessoas com deficiência e o respeito à diversidade em todas as suas formas, de modo a garantir uma educação igualitária e cidadã”.A ONU Mulheres vê a inclusão de discussões sobre as temáticas de gênero nos currículos necessária para a formação de professoras e professores do ensino médio, favorecendo análises e processos de reflexão sobre as desigualdades de gênero, étnicorracial, geracional, diversidade sexual, identidade de gênero e as violências.

Educadoras, educadores s e organizações podem entrar em contato para saber mais sobre o currículo da ONU Mulheres pelo e-mail ovalentenaoeviolento@gmail.com
Na volta às aulas, a ONU Mulheres divulga currículo e planos de aulas para o ensino fundamental sobre igualdade de gênero e enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas/

Dia Laranja – A oferta pública do currículo e dos planos de aula acontecem no contexto das atividades do Dia Laranja, celebrado mensalmente a cada 25 por proposição da campanha do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres, como momento para ampliar a conscientização e agir pela eliminação da violência contra mulheres e meninas. Sendo uma cor vibrante e otimista, o laranja representa um futuro livre de violência contra mulheres e meninas, convocando ativistas, governantes e membros das Nações Unidas a se mobilizarem pelo tema da prevenção e eliminação da violência contra mulheres e meninas, não só uma vez ao ano, no 25 de Novembro (Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres), mas todos os meses.
Mais informações:

Amanda Kamanchek Lemos
ONU Mulheres
Tel.: (61) 3038-9296
E-mail: amanda.lemos@unwomen.org

http://www.onumulheres.org.br/noticias/na-volta-as-aulas-a-onu-mulheres-divulga-curriculo-e-planos-de-aulas-para-o-ensino-fundamental-sobre-igualdade-de-genero-e-enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres-e-meninas/ 




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